Collor justifica ao STF que tornozeleira ficou 36 h desligada por falta de bateria
Defesa do ex-presidente afirma que o episódio foi “incidente involuntário” e aponta falha no equipamento

O ex-presidente Fernando Collor de Mello comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o monitoramento por tornozeleira eletrônica ficou inoperante por cerca de 36 horas, entre 9h05 do dia 2 de maio e 21h23 do dia 3 de maio, em decorrência de falta de bateria.
De acordo com a defesa, o aparelho foi instalado com a bateria carregada e, segundo a equipe técnica, teria autonomia de 24 a 72 horas — o que não ocorreu na prática.
Eles afirmam ainda que nenhum alerta (luminoso ou sonoro) foi emitido antes da queda de funcionamento.
A Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas, que acompanha o cumprimento da medida domiciliar, relatou o desligamento ao STF apenas cinco meses depois — o que motivou cobrança urgente do ministro Alexandre de Moraes para que Collor prestasse explicações no prazo de cinco dias.
A defesa classifica o ocorrido como um “incidente involuntário” e reforça que não houve intenção de descumprir a medida cautelar. Após a notificação, o equipamento foi imediatamente recarregado, segundo comprovantes anexados.
O ex-chefe de Estado cumpre regime domiciliar como parte de sua pena de oito anos e dez meses por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, condenação confirmada pelo STF em 2023. Qualquer falha na medida cautelar pode gerar reavaliação de sua condição de cumprimento.

Can you be more specific about the content of your article? After reading it, I still have some doubts. Hope you can help me.